quinta-feira, 27 de junho de 2013

Relacionamento Comercial 2.0

Trabalho entregue a disciplina Narrativas e Contextos da Cibercultura do curso de pós-graduação em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais.

Esse é um texto sobre como tratar clientes e divulgar sua marca dentro dos conceitos de interações digitais da web 2.0. 


Relacionamento Comercial 2.0

Hoje vivemos um tempo de integração entre velhos e novos hábitos de consumo. Estamos construindo um mundo dividido entre o real e o digital, a cada dia que passa novas tendências e novos comportamentos surgem dentro de espaços de convívio digital que chamamos de mídias sociais, mas qual a melhor forma de utilizar esses espaços em prol da sua empresa e da sua marca?

Quero falar sobre uma comparação que imagino sempre que ouço o assunto “relacionamento empresa x consumidor em mídias sociais”, a comparação entre os pequenos comércios e as Fanpages do Facebook.

Hoje o público ganhou voz e a partir da criação de conteúdos de qualidade, um consumidor X pode se tornar um propagador da sua marca ou um destruidor do seu trabalho nas mídias sociais. A Fanpage acaba funcionando como uma faca de dois gumes onde podemos desenvolver um serviço de muito sucesso, mas ao mesmo tempo criar um canal direto para a captação de críticas.

Como lidar com esse novo receptor totalmente ativo? Muitas empresas apostam em uma tática consagrada pelos anos de interação Emissor---Receptor, a tática de simplesmente ignorar esse usuário.
Comprovadamente essa é uma tática perigosa no mundo das Fanpages, como dito acima esse usuário tem ferramentas para produzir conteúdo contra ou a favor da sua marca (uma boa piada envolvendo sua marca pode circular pela rede e virar o MEME do mês!).

Por isso a minha dica seria tratar esse usuário com exclusividade, dar atenção a ele, incluir no seu planejamento em mídias sociais uma tática de resposta rápida. Hoje os pequenos comércios de bairro sobrevivem lutando contra os grandes conglomerados oferecendo atenção e cuidado especial, a ideia se resume em levar a filosofia “o cliente tem sempre razão” também para a internet.

O mundo digital já passa uma impressão de frieza, não deixa que seu consumidor sinta que está falando com uma máquina, faça com que ele pense que ele está interagindo com pessoas e pessoas que estejam dispostas a resolver o seu problema. Assim como nos pequenos comércios, onde a pessoa que está atrás do balcão te conhece pelo nome e sabe exatamente o tipo de produto e de tratamento você deseja.

O que estou escrevendo aqui não é nenhuma novidade revolucionária, tudo se baseia em pensar as mídias digitais como um canal de comunicação direto com o consumidor, um canal aberto para ambos os lados, afinal, clientes felizes e bem tratados são muito mais propensos a disseminar seu conteúdo e fortalecer a sua marca na rede.

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